Capa

Aluna: Ana Santos
Turma: 2
N.º: 3
Professora: Anabela Palma

Link para o meu blog do 10.º ano: http://geografiaa10ano.blogspot.pt/
Link para o meu blog do 12.º ano: http://geografiaa12ano.blogspot.pt/

domingo, 1 de junho de 2014

Painel europeu dá nota negativa aos transportes portugueses

A Comissão Europeia publicou, esta quinta-feira, o primeiro painel de avaliação sobre os transportes na União Europeia - Portugal é um dos 14 países com classificação global negativa.
No painel de avaliação - que abrange todo o tipo de transporte -, Portugal recebe uma classificação global de -3, numa tabela liderada pela Holanda (11 pontos) e Alemanha (10 pontos) e com a Grécia, Bulgária e Polónia a receberem as piores notas globais (-6).
Bruxelas comparou o desempenho dos 28 Estados-membros em 22 categorias relacionadas com os transportes, destacando a boa pontuação de Portugal no impacto ambiental do transporte rodoviário, com 117,6 pontos (a média da UE é 132,2), mas também por estar entre os países com maior número de casos de infrações pendentes.  

"O novo painel constitui um instrumento fantástico para visualizar o ponto em que estamos no caminho a seguir para tornar os nossos sistemas de transporte mais eficientes, mais orientados para o cliente, mais seguros e menos poluentes", disse o comissário europeu para o setor dos Transportes, Siim Kallas. 

Fonte: Jornal de notícias, 10/04/14

Recursos naturais e resíduos

A crescente procura de recursos naturais tem vindo a alterar o ambiente de uma forma que pode revelar-se irreversível. Neste domínio, a política da UE tem como objetivos prioritários:
- assegurar o consumo de recursos naturais e que os seus impactes não excedam a capacidade de carga do ambiente;
- dissociar o crescimento económico da utilização de recursos naturais.

Reduzir, reutilizar e reciclar
Os objetivos da política de resíduos da UE, continuam a ser a prevenção de resíduos e a promoção da sua reutilização, reciclagem e recuperação.
A meta a longo prazo é que a UE se torne numa sociedade de reciclagem, evitando os resíduos e usando-os como recursos.
Para tal pretende-se ter implicações nas práticas correntes dos Estados-membros, tais como:
- menos resíduos para aterro;
- mais composto e recuperação de energia a partir de resíduos;
- mais e melhor reciclagem.



sábado, 31 de maio de 2014

Prioridades da política do ambiente na UE

- No âmbito das alterações climáticas o objetivo é diminuir os gastos que contribuem para o efeito de estufa;
- No domínio do ambiente e saúde, qualidade de vida, a poluição (nomeadamente urbana) continuará a ter uma especial atenção;
- Na área dos recursos naturais e resíduos a preocupação centra-se no uso e gestão equilibrados dos recursos exigentes e diminuindo a produção de resíduos;
- No campo da Natureza e da biodiversidade, proteger e preservar a Natureza de forma a manter os habitantes e os ecossistemas e assim manter a biodiversidade.

Alterações climáticas
As alterações climáticas, induzidas pela ação humana e há tanto anunciadas pelos cientistas, resultam, principalmente, do aquecimento da atmosfera. Daí a necessidade de reduzir a emissão de gases com efeito de estufa.


A UE cumpriu o compromisso assumindo em Quioto de, em 2000, estabilizar as emissões de CO2, em níveis aproximados aos de 1990, apesar de alguns Estados-membros os terem ultrapassado.

A principal prioridade é reduzir 8% da emissão de gases com efeito de estufa.

Natureza e biodiversidade
A diversidade dos ecossistemas e das paisagens é um património ecológico, cultural e económico. Protegê-lo é a única garantia de sustentabilidade da vida, o que significa que é necessário encontrar respostas para os problemas provocados pela pressão humana sobre a Natureza e a biodiversidade que ela sustenta.

A nível comunitário, o sexto programa de Ação em matéria de Ambiente definiu como principais objetivos:
- proteger e, se necessário, restaurar a estrutura e o funcionamento dos sistemas naturais;
- deter a perda da biodiversidade;
- proteger os solos;

As principais medidas e ações a desenvolver são:
- proteção dos habitats mais ricos da Rede Natura 2000;
- proteger o ambiente marinho;
- alargar programas nacionais e regionais para uma gestão sustentável das florestas;
- introduzir medidas destinadas a proteger e restaurar as paisagens;
- desenvolvimento de uma estratégia de proteção do solo;
- coordenação dos sistemas dos Estados-membros.


A valorização ambiental em Portugal e a política ambiental comunitária

Os impactes ambientais da ação humana têm vindo a tomar proporções cada vez mais inquietantes, colocando em risco o equilíbrio do Planeta e dos ecossistemas. Assim, a preservação ambiental é um dos desafios da nossa época, que se reflete ao nível das decisões políticas internacionais, nacionais e comunitárias.

Política ambiental em Portugal
Portugal tem de acompanhar e dar concretização às grandes opções comunitárias no âmbito da política ambiental, para isso:
- foi elaborado um quadro legislativo, em matéria do ambiente;
- criou-se o Ministério do Ambiente;
- foram criadas as Direções Regionais do Ambiente e Ordenamento do Território;
- Canalizaram-se maiores recursos financeiros para o ambiente.

Evolução da União Europeia




Reflexos das TIC na qualidade de vida

O desenvolvimento das redes de telecomunicação tem impactes territoriais, por exemplo, ao nível da distribuição da população e das atividades económicas. A crescente adesão das empresas e dos trabalhadores ao teletrabalho tem como consequência direta uma redução das deslocações pendulares e, em alguns casos, a mudança de residência para áreas rurais. Mas as novas tecnologias provocam também alterações na forma como o espaço geográfico é vivido, pensando e representando, além de ser um instrumento cada vez mais valioso no conhecimento e ordenamento do território.

As TIC têm, porém, alguns efeitos perversos na qualidade de vida:
- A insegurança por parte dos vírus informáticos;
- O perigo de fraude;
- A falta de atenção a aspetos de caráter ético;
- Os perigos para a saúde humana.


Problemas na utilização dos transportes

O investimento no aumento da segurança dos veículos e das infraestruturas tem sido uma consoante ao longo da história dos transportes. Ainda assim, continuam a registar-se acidentes que por vezes assumem a dimensão de catástrofes, pelas elevadas perdas materiais e humanas.

Embora os acidentes com transportes rodoviários não tenham a dimensão de catástrofe que se associa aos outros modos de transporte, o se grande número e a sua frequência tornam a sinistralidade rodoviária num problema grave.



A resolução deste problema implica uma alteração de mentalidades e de comportamentos individuais, só possível através da educação e da formação para a segurança rodoviária.

O crescimento a utilização dos transportes tem alguns impactes sobre a qualidade de vida da população, a maioria decorrentes dos problemas de poluição ambiental.

A diminuição dos problemas ambientais e de saúde associados aos transportes é também uma das preocupações da política nacional e comunitária para este setor, o que está patente em medidas como:
- reduzir o peso do transporte rodoviário face aos restantes modos de transporte;
- colocação de uma quota mínima de biocombustíveis ou de outros combustíveis renováveis;
- aumentar o investimento em investigação e desenvolvimento;
- criar iniciativas como o Dia Europeu sem carros.


A multiplicidade dos espaços de vivência

Existe uma grande interação e complementaridade entre o setor dos transportes e o das telecomunicações, o que aumenta ainda mais as possibilidades de interação entre pessoas e territórios. Em Portugal, tal como na UE, as empresas de transportes são das que mais utilizam as tecnologias da informação e da comunicação, sobretudo ao nível dos contactos entre utentes e fornecedores de serviços, da localização e orientação por satélite, da logística e da gestão do trânsito.

O processo de globalização é também uma consequência do desenvolvimento dos transportes e das tecnologias da informação e comunicação.
O mundo atual assemelha-se cada vez mais a uma aldeia global isto é, um crescente número de pessoas toma conhecimento quase imediato das mesmas notícias, assiste aos mesmos filmes e programas de televisão, ouve a mesma música, é influenciado pela publicidade dos mesmos produtos, consome o mesmo tipo de alimentos e bebidas, etc, ou seja, o mundo é cada vez mais um espaço de vivência partilhado por todos.


A qualidade de vida da população e os transportes/comunicações

As novas tecnologias além de facilitarem a viabilizarem um grande número de atividades económicas, enriquecem a nossa vida pessoal. Mas, este desenvolvimento tem alguns efeitos perversos na qualidade de vida da população. Surgem problemas de poluição, saúde, segurança e qualidade. Daí a importância de se reconhecer o direito a mais e melhores transportes, nomeadamente transportes públicos que, no nosso país, ainda suscitam insatisfação.



As TIC- fator de aproximação, mas também de desigualdade

O desenvolvimento das tecnologias permite reduzir as distâncias e aproximar agentes económicos e pessoas de todo o mundo mas, também contribuem para o desenvolvimento económico social, as diferenças no seu acesso e na capacidade de uso aumentam as desigualdades entre regiões do mundo e de cada país.

As possibilidades de acesso e a capacidade de utilização das tecnologias da informação e comunicação são diferentes consoante o desenvolvimento das regiões, mas dependem também das características dos indivíduos.


Há ainda a considerar a necessidade de formação e os custos inerentes aos equipamentos e à ligação das redes de acesso e utilização que, para uma boa parte da população, constituem fatores inibidores da adesão às tecnologias da informação e comunicação.

Em Portugal, têm sido desenvolvidas ações que pretendem diminuir as desigualdades de acesso às tecnologias da informação e comunicação:
- Criação de espaços de utilização gratuita da internet;
- Esforço de ligação de todas as escolas públicas à internet;
- Inclusão da aprendizagem de utilização das TIC nos novos currículos.
Pretende-se também proporcionar a todos os cidadãos em idade escolar o desenvolvimento das competências necessárias à utilização da TIC.



Em 1986 o Programa STAR englobou um conjunto de ações especiais no domínio das telecomunicações, para promover a introdução e o desenvolvimento de serviços e redes avançados nas regiões periféricas menos favorecidas da UE.

O papel das TIC no dinamismo dos espaços geográficos

A articulação e a fusão cada vez maiores da informática, das telecomunicações e dos audiovisuais têm contribuído para a evolução e a rapidez de difusão das TIC.
Os fluxos de informação tendem a ser cada vez mais rápidos e intensos, aumentando assim o contacto e o intercâmbio entre áreas geograficamente distantes.
Nesta sociedade global, são cada vez mais comuns o telecomércio (realização de negócios e transações comerciais à distância) e o teletrabalho (trabalhar a partir de casa).



Assiste-se, também, ao crescimento do número de serviços disponíveis através da internet, o que, além de aumentar a sua acessibilidade por parte dos cidadãos, dinamiza a utilização dos próprios serviços, reduzindo custos e aumentando a sua rentabilidade.

Revolução das telecomunicações e o seu impacto nas relações inter-territoriais

Com o desenvolvimento das telecomunicações a difusão de informação ganhou uma dinâmica completamente nova: a distância-tempo praticamente desapareceu e a distância-custo é cada vez menor. Surgiu um novo conceito de espaço: o ciberespaço (onde se desenvolve uma interação cada vez maior entre pessoas, empresas e organizações de todo o mundo).


Os constantes progressos das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e a sua rápida difusão provocaram um grande crescimento da sua utilização.

As telecomunicações têm, hoje, um papel fundamental na dinamização das atividades económicas e das relações inter-territoriais. Aumentam a produtividade de outras atividades e geram novos setores produtivos, desde a investigação à indústria de equipamentos e consumíveis e aos serviços que se lhes associam.

A distribuição espacial das redes de telecomunicação
Em Portugal, tem havido progressos significativos tanto no que respeita à criação de infraestruturas e ao alargamento das redes de telecomunicação, como no que se refere à capacidade de acesso e de utilização dessas redes.

A repartição espacial das redes de telecomunicação apresenta alguns contrastes que se explicam pela maior concentração de população e de atividades económicas no litoral.

A rede de telecomunicações que liga o Continente às ilhas é constituída, essencialmente, por cabos submarinos de fibra ótica. Portugal também se encontra ligado através dos satélites.

Melhorar as redes de transporte- uma aposta no futuro

Para o desenvolvimento do país e para a sua integração plena nas redes europeias é fundamental proceder à modernização das infraestruturas e da logística do setor dos transportes. Daí, o investimento na melhoria das acessibilidades.
Rede transeuropeia de transportes
A Política Comum dos Transportes (PCT), apesar de institucionalizada no Tratado de Roma, tardou a ser definida e aplicada. Só no Tratado de Maastricht foram traçadas as suas bases políticas, institucionais e orçamentais. Todavia, atualmente, muitos dos problemas que se pretendia resolver com a PCT continuam por solucionar:
- Assimetrias geográficas ao nível das infraestruturas e das empresas de transportes;
- Congestionamento de vários eixos europeus;
- Disparidades no crescimento dos diferentes modos  de transporte, com um largo predomínio do rodoviário;
- Crescimento da dependência do setor dos transportes face ao petróleo;
- Aumento dos custos económicos e do impacte ambiental.




Um dos grandes objetivos da PCT é a construção de uma rede transeuropeia de transportes (RTE-T) que engloba as infraestruturas (estradas, vias-férreas, portos, aeroportos, meios  de navegação, plataformas intermodais, condutas de transporte de combustíveis) e os serviços de necessários ao seu funcionamento. Atualmente, estão definidos 30 projetos considerados necessários para a concretização das redes transeuropeias, cujo início está previsto até 2010.



Redes transeuropeias de distribuição e transporte de energia
A construção de redes transeuropeias de distribuição e transporte de energia é fundamental para a criação de um mercado interno de energia e deve integrar-se numa política energética que permita:
- aumentar a competitividade da União face ao exterior;
- fazer um melhor aproveitamento energético –aumentar a eficiência;
- garantir o abastecimento em todo o território Comunitário.
Os projetos prioritários na construção da rede transeuropeia de eletricidade têm em conta não só o mercado interno, incluindo os doze novos membros, mas também as ligações aos países candidatos e ao Norte de África.

A rede transeuropeia de gás natural inclui ainda ligações a todo o Leste Europeu e a vários países da Ásia.
A preocupação de garantir ligações a uma diversidade grande de países exportadores de gás natural prende-se com a dependência externa face a esta fonte de energia e com a instabilidade política e social de alguns desses países.

A distribuição espacial das redes de transporte

A qualidade e a organização  da rede rodoviária são fundamentais para o desenvolvimento sustentável de um país ou região, sobretudo tendo em conta que ela desempanha um importante papel de complementaridade relativamente às restantes redes (portos, aeroportos e terminais ferroviários).


A extensão da rede ferroviária nacional era, em 2007, cerca de 3600km e, no seu todo, encontra-se pouco modernizada.
Nos portos marítimos portugueses, a principal função é a cpmercial. Consoante o volume de carga movimentada e a sua capacidade, estes classificam –se como principais ou secundários. São considerados portos principais os de Leixões, Aveiro, Lisboa, Setúbal e Sines. Nas regiões autónomas, destacam-se os portos do Funchal e de Ponta Delgada.

Na rede nacional de aeroportos, destacam-se, em movimento de passageiros, os de Lisboa, Porto e Faro e, nas regiões autónomas, os do Funchal e de Ponta Delgada.


No que diz respeito às redes de distribuição de energia em Portugal, a distribuição de gás natural entra no nosso país através de gasoduto do Magrebe e, desde 2003, também pelo terminal de gás liquefeito do porto de Sines, sendo distribuído pela rede nacional de gasodutos, constituída por um gasoduto principal de alta pressão, de onde derivam ramais secundários de média pressão e, a partir deles, as redes de distribuíção local de baixa pressão, no que diz respeito à entrada de petróleo em Portugal por via marítima e, através de oleodutos, às refinarias petrolíferas de Leça da Palmeira e de Sines. Esta última encontra-se ligada ao Parque de Combustíveis de Aveiras de Cima, através de um oleoduto que foi projetado para transportar até quatro milhões de toneladas.


Complementaridade entre modos de transporte

O transporte intermodal consiste numa conjunção de vários modos de transporte, associa vantagens e ajuda a ultrapassar desvantagens contribuindo assim para as deslocações mais rápidas e mais económicas. Os custos inerentes às transferências de carga e aos períodos de imobilização dos veículos tendem a diminuir, devido ao investimento em equipamentos de carga e descarga e ao aumento dos níveis de automatização e da eficiência dos serviços das chamadas plataformas intermodais (infraestruturas, como os portos, os aeroportos, terminais ferroviários e rodoviários) onde se faz o transbordo de um modo de transporte para outro.

O investimento em interfaces (espaços de articulação entre diferentes modos de transporte de horários compatíveis) aumentará o grau de satisfação dos utentes, promovendo a utilização dos transportes públicos.

Modos de transporte: diversidade e desigualdade espacial das redes

O desenvolvimento das redes e dos meios de transporte contribuiu para o encurtamento das distâncias relativas, através da redução dos tempos e dos custos de deslocação. Assim, os transportes promovem a interação entre diferentes espaços, criando um dinamismo económico e social.
Além da sua importância na mobilidade de pessoas e bens, os transportes geram riqueza e empregam um grande número de pessoas.
Distância-tempo: Tempo necessário para efetuar uma determinada deslocação usando um certo modo de transporte. Pode ser representada num mapa através das linhas isócronas.
Distância-custo: Despesa efetuada numa determinada deslocação, usando um certo modo de transporte. Pode ser representada num mapa através das linhas isótimas.


Em Portugal, tem vindo a registar-se um grande desenvolvimento e modernização do setor dos transportes, tanto no domínio das infraestruturas, como no que respeita aos veículos, às empresas e à qualidade dos serviços.

Esta evolução poderá ser um fator de desenvolvimento das regiões desfavorecidas e, consequentemente, de redução das assimetrias territoriais.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Portugueses enviam 140 SMS por mês

Cada assinante em Portugal de serviços de telefone móveis envia, em média, quatro mensagens escritas (SMS) por dia, 140 por mês, tendo sido enviadas mais de seis milhões destas mensagens durante o terceiro trimestre do ano passado.
De acordo com o relatório da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), relativo ao terceiro trimestre do ano passado, nesse período foram enviadas 6.087.640 mensagens escritas através de telemóveis.
O mesmo documento refere que em Julho, Agosto e Setembro de 2008, existiam 14,5 milhões de assinantes do Serviço Telefónico Móvel (STM), (...).
O número de mensagens escritas enviadas continua a crescer, o que "estará associado à adesão a tarifários específicos que têm vindo a surgir e que incluem um elevado número de mensagens grátis", lê-se no documento.
A Vodafone, uma das quatro operadoras em actividade, explicou à Lusa que "é clara a massificação e adopção do serviço de SMS pelas várias faixas etárias, mas com especial incidência nas camadas mais jovens da população portuguesa". (...)
Além da Vodafone, estão em actividade as operadoras da TMN, da Sonaecom (Optimus) e dos CTT (Phone.ix).
O SMS tornou-se "a imagem de marca das camadas mais jovens", tendo-se criado "uma linguagem específica, à base de abreviaturas e símbolos" (...).
"Existem, inclusivamente, segmentos da população que afirmam até que por SMS podem comunicar sentimentos e ideias que não comunicariam por voz".
A operadora acrescenta que "o facto de o SMS ser uma forma discreta - não intrusiva e quase secreta - de comunicar permite a sua utilização em qualquer situação", mesmo em "situações proibidas", como "uma sala de aula ou mesmo um serão em família".
O relatório da ANCOM indica que, no terceiro trimestre de 2008, realizaram-se 1,97 mil milhões de chamadas através de telefones móveis, o que representou um aumento de 7,4 por cento do que no trimestre anterior.  (...)
Ao longo destes três meses em análise, totalizaram-se quatro mil milhões de minutos de conversação, mais 9,5 por cento em relação ao trimestre anterior.
Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1073239
Data: 17 de fevereiro de 2009

Resumo
Cada pessoa que use telemóveis envia, em média, 4 mensagens por dia (140 por mês). Foram enviadas mais de 6 milhões, durante o terceiro trimestre de 2008, onde existiam 14,5 milhões de assinantes.
O número de mensagens enviadas continua a crescer devido ao facto de os tarifários oferecerem um elevado número de sms grátis por dia.
A Vodafone afirma que estes valores elevados são, sobretudo, sustentados pelos jovens. Estes criam uma linguagem específica à base de abreviaturas e símbolos.
Existem pessoas que afirmam comunicar sentimentos e ideias por sms que não comunicariam por voz.
O facto de as sms serem uma forma de comunicação discreta permite a sua utilização em qualquer lugar, mesmo em "situações proibidas" (como as salas de aula).
No terceiro trimestre de 2008, realizaram-se 1,97 mil milhões de chamadas (mais 7,4% em relação ao segundo timestre).
Ao longo deste terceiro timestre totalizou-se 4 mil milhões de minutos de chamadas (mais 9,5% em relação ao segundo timestre).
 
SMS vs Chamadas


Animais já podem tirar passaporte


 
A partir deste sábado, cães e gatos têm direito a passaporte para viajar pelo Brasil e para outros países. A iniciativa foi tomada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) por causa do aumento no número de passageiros que viajam com seus animais. A novidade havia sido divulgada no dia 22 de novembro de 2013 no Diário Oficial da União.
A expedição do documento é opcional, gratuita, será feita em português, inglês e espanhol e terá validade para todo território nacional e países que o reconheçam como equivalente ao certificado sanitário de origem.
No passaporte do animal deverão constar informações sobre o mesmo, dados de vacinação e exame clínico realizado pelo veterinário. Nome completo e endereço do proprietário também são necessários. A fotografia do animal não será obrigatória, porém o dono poderá fornecer um retrato em tamanho 5x7.
“O passaporte é uma forma econômica de identificação, pois a cada viagem programada era necessário que o dono fosse solicitar um atestado de saúde ao veterinário. Com o passaporte, o número de solicitações de atestados diminui para mais ou menos duas vezes ao ano”, afirmou o veterinário Mauro Alves, da Clínica Pet Stuff.
Documentos necessários - Para obter o documento, o dono deve apresentar atestado de saúde e carteira de vacinação do animal. A solicitação do passaporte deverá ser feita em uma das unidades do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), localizadas em aeroportos, portos, postos de fronteira e alfândegas. O passaporte será entregue pelo Ministério da Agricultura num prazo de trinta dias. O documento substitui o Certificado Zoosanitário Internacional (CZI) e o atestado de saúde e vale para toda a vida do animal, bastando que sejam atualizadas as informações sobre a saúde do animal a cada viagem.
A emissão do documento só é realizada após o implante de um microchip – dispositivo de identificação eletrônica - sob a pele do animal, método já utilizado na União Europeia. Informações do dispositivo - código, data de aplicação e localização do microchip – constarão no passaporte.

Cuidados de véspera - Antes do embarque, o dono precisará solicitar que um veterinário registe no passaporte informações sobre a saúde do animal, como dados de vacinação, tratamentos, exames e análises exigidos pelo país de destino - todos os exames e comprovantes deverão ser expedidos  num prazo de dez dias antes da viagem. Em seguida, o passageiro terá que validar as novas informações numa unidade do Vigiagro.
As regras para o transporte de cães e gatos em aviões podem variar segundo a companhia aérea. Em geral, os cães e gatos de pequeno porte podem ficar com o proprietário, desde que permanecam numa caixa própria para o transporte. Já animais maiores deverão ficar no compartimento de bagagens - exceto cães-guia. O dono deve ver as informações disponíveis nos sites das empresas.
(...)

Data: 22 de fevereiro de 2014
 
Resumo
No Brasil os animais já podem ter passaporte para viajar, esta iniciativa foi tomada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento devido ao aumento do número de passageiros que levavam animais.
A expedição do documento é gratuita e terá validade em todo o território nacional e em outros países.
No passaporte deverá constar os dados de vacinação e exames clínicos realizados pelo veterinário (prazo mínimo de 10 dias) e, o nome e endereço do dono. Poderá ou não ter uma fotografia do animal (5x7).
Com o passaporte, o número de pedidos de atestados diminuiem para cerca de duas vezes no ano. A sua solicitação deverá ser feita nos aeroportos, nos portos de fronteira ou nas alfândegas.
Agora o atestado vale a vida toda do animal, apenas percisam de ser atualizadas as informações sobre a sua saúde.
O documento será colocado no microchip sob a pele do animal, onde irá constar o seu código, a data de aplicação e a sua localização.
Os animais pequenos podem viajar junto dos donos dentro de uma caixa própria, já os animais maiores deverão ficar na bagagem (exceto cães-guia).

 
O aumento do número de passageiros com animais leva o Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a tomar medidas
 
 
 

domingo, 30 de março de 2014

CP Porto cobra 50 cêntimos por bagagem

A CP criou a titulo experimental uma taxa de 50 cêntimos a quem transportar mais de uma mala nos comboios operados pela CP Porto.
Esta medida abrange as ligações entre o Porto e Braga, Guimarães, Aveiro ou Caíde e visa sensibilizar os passageiros para a racionalização da quantidade e dimensão de bagagem transportada, num serviço onde a transportadora afirma ter verificado sistematicamente um transporte exagerado de bagagem, dificultando a circulação dentro das carruagens com particular relevância das horas de ponta. 
Além de taxarem o transporte em quantidade, a medida abrange também as malas que excedam um metro de altura, 60 centímetros de comprimento e 30 de largura, cobrando a CP Porto 50 cêntimos por cada bagagem que se encontre nestas condições.
A CP exclui deste âmbito, os computadores portáteis, malas de mão, cadeiras de rodas e outros equipamentos utilizados por pessoas com mobilidade reduzida, bem como instrumentos de música portáteis, instrumentos e ferramentas profissionais, incluindo o material para representações artísticas, bem como equipamentos para prática desportiva. Um conjunto de exclusões que irá sobrecarregar a tarefa de revisão a bordo dos comboios e cuja receita estimada com este agravamento de custos não foi avançada pela transportadora.

Fonte: http://www.transportes-xxi.net/
Data: 12/02/2014



Resumo
A CP criou uma taxa de 50 cêntimos para quem transportar mais do que uma mala ou malas com mais de 1 metro de altura, 60 centímetros de comprimento e 30 de largura.
Esta medida abrange as ligações entre Porto e Braga, Guimarães, Aveiro ou Caíde.
Tem como finalidade diminuir a quantidade de bagagem transportada visto que dificulta a circulação dentro das carruagens.
Desta taxa é excluído equipamentos electrónicos, profissionais e desportivos, o que dificulta a tarefa de revisão a bordo.
 
 
Nova taxa criada pela CP sobre a bagagem transportada
 


Modos de transporte


O desenvolvimento das redes e dos meios de transporte contribuiu decisivamente para o encurtamento das distâncias relativas, através da redução dos tempos e dos custos de deslocação. Deste modo os transportes promovem a iteração entre diferentes espaços, criando dinamismo económico e social.
Além da sua importância na mobilidade de pessoas e bens, os transportes geram riqueza e empregam um grande número de pessoas.

Em Portugal, tem vindo a registar-se um grande desenvolvimento e modernização do setor dos transportes, tanto no domínio das infraestruturas, como no que respeita aos veículos, às empresas e à qualidade dos serviços. Esta evolução poderá ser um fator de desenvolvimento das regiões desfavorecidas e, consequentemente, de redução das assimetrias territoriais.


Competitividade dos diferentes modos de transporte


A importância relativa de cada modo de transporte depende da natureza do tráfego, do tipo de mercadorias, dos trajetos a percorrer e do custo das deslocações. Cada modo de transporte apresenta vantagens e desvantagens relativamente aos outros, sendo mais utilizado nas situações a que melhor se adequa.
Em Portugal Continental, o transporte mais utilizado no tráfego interno de mercadorias e no tráfego de pessoas é o transporte rodoviário. Por esta razão, o transporte ferroviário perdeu capacidade competitiva.
O transporte aéreo, é o mais importante no tráfego de passageiros de longa distância devido à sua velocidade e comodidade.
O transporte marítimo é o que ocupa o primeiro lugar a nível de tráfego externo de mercadorias, pois tem melhores condições para transportar mercadorias volumosas e pesadas durante longas distâncias.



Desvantagens na utilização dos modos de transporte



Transporte rodoviário: agrava os problemas de ordem ambiental, pela emissão de gases.



Transporte ferroviário: Não possui flexibilidade de percurso logo tem uma elevada dependência de outros transportes.



Transporte marítimo: É um transporte lento.


Transporte aéreo: Causa poluição sonora e ambiental.