O processo de globalização é também uma consequência do desenvolvimento dos transportes e das tecnologias da informação e comunicação.
Neste blog, da disciplina de Geografia A do 11.º ano, podemos encontrar toda a materia lecionada e as respetivas fichas de avaliação feitas ao longo deste ano letivo.
Capa
Aluna: Ana Santos
Turma: 2
N.º: 3
Professora: Anabela Palma
Link para o meu blog do 10.º ano: http://geografiaa10ano.blogspot.pt/
Turma: 2
N.º: 3
Professora: Anabela Palma
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Link para o meu blog do 12.º ano: http://geografiaa12ano.blogspot.pt/
sábado, 31 de maio de 2014
A multiplicidade dos espaços de vivência
Existe uma grande interação e complementaridade entre o setor dos transportes e o das telecomunicações, o que aumenta ainda mais as possibilidades de interação entre pessoas e territórios. Em Portugal, tal como na UE, as empresas de transportes são das que mais utilizam as tecnologias da informação e da comunicação, sobretudo ao nível dos contactos entre utentes e fornecedores de serviços, da localização e orientação por satélite, da logística e da gestão do trânsito.
O processo de globalização é também uma consequência do desenvolvimento dos transportes e das tecnologias da informação e comunicação.
O mundo atual assemelha-se cada vez mais a uma aldeia global isto é, um crescente número de pessoas toma conhecimento quase imediato das mesmas notícias, assiste aos mesmos filmes e programas de televisão, ouve a mesma música, é influenciado pela publicidade dos mesmos produtos, consome o mesmo tipo de alimentos e bebidas, etc, ou seja, o mundo é cada vez mais um espaço de vivência partilhado por todos.
O processo de globalização é também uma consequência do desenvolvimento dos transportes e das tecnologias da informação e comunicação.
A qualidade de vida da população e os transportes/comunicações
As novas tecnologias além de facilitarem a viabilizarem um grande número de atividades económicas, enriquecem a nossa vida pessoal. Mas, este desenvolvimento tem alguns efeitos perversos na qualidade de vida da população. Surgem problemas de poluição, saúde, segurança e qualidade. Daí a importância de se reconhecer o direito a mais e melhores transportes, nomeadamente transportes públicos que, no nosso país, ainda suscitam insatisfação.
As TIC- fator de aproximação, mas também de desigualdade
O desenvolvimento das tecnologias permite reduzir as distâncias e aproximar agentes económicos e pessoas de todo o mundo mas, também contribuem para o desenvolvimento económico social, as diferenças no seu acesso e na capacidade de uso aumentam as desigualdades entre regiões do mundo e de cada país.
As possibilidades de acesso e a capacidade de utilização das tecnologias da informação e comunicação são diferentes consoante o desenvolvimento das regiões, mas dependem também das características dos indivíduos.
Há ainda a considerar a necessidade de formação e os custos inerentes aos equipamentos e à ligação das redes de acesso e utilização que, para uma boa parte da população, constituem fatores inibidores da adesão às tecnologias da informação e comunicação.
Em Portugal, têm sido desenvolvidas ações que pretendem diminuir as desigualdades de acesso às tecnologias da informação e comunicação:
- Criação de espaços de utilização gratuita da internet;
- Esforço de ligação de todas as escolas públicas à internet;
- Inclusão da aprendizagem de utilização das TIC nos novos currículos.
Pretende-se também proporcionar a todos os cidadãos em idade escolar o desenvolvimento das competências necessárias à utilização da TIC.
Em 1986 o Programa STAR englobou um conjunto de ações especiais no domínio das telecomunicações, para promover a introdução e o desenvolvimento de serviços e redes avançados nas regiões periféricas menos favorecidas da UE.
As possibilidades de acesso e a capacidade de utilização das tecnologias da informação e comunicação são diferentes consoante o desenvolvimento das regiões, mas dependem também das características dos indivíduos.
Há ainda a considerar a necessidade de formação e os custos inerentes aos equipamentos e à ligação das redes de acesso e utilização que, para uma boa parte da população, constituem fatores inibidores da adesão às tecnologias da informação e comunicação.
Em Portugal, têm sido desenvolvidas ações que pretendem diminuir as desigualdades de acesso às tecnologias da informação e comunicação:
- Criação de espaços de utilização gratuita da internet;
- Esforço de ligação de todas as escolas públicas à internet;
- Inclusão da aprendizagem de utilização das TIC nos novos currículos.
Pretende-se também proporcionar a todos os cidadãos em idade escolar o desenvolvimento das competências necessárias à utilização da TIC.
Em 1986 o Programa STAR englobou um conjunto de ações especiais no domínio das telecomunicações, para promover a introdução e o desenvolvimento de serviços e redes avançados nas regiões periféricas menos favorecidas da UE.
O papel das TIC no dinamismo dos espaços geográficos
A articulação e a fusão cada vez maiores da informática, das telecomunicações e dos audiovisuais têm contribuído para a evolução e a rapidez de difusão das TIC.
Os fluxos de informação tendem a ser cada vez mais rápidos e intensos, aumentando assim o contacto e o intercâmbio entre áreas geograficamente distantes.
Nesta sociedade global, são cada vez mais comuns o telecomércio (realização de negócios e transações comerciais à distância) e o teletrabalho (trabalhar a partir de casa).
Assiste-se, também, ao crescimento do número de serviços disponíveis através da internet, o que, além de aumentar a sua acessibilidade por parte dos cidadãos, dinamiza a utilização dos próprios serviços, reduzindo custos e aumentando a sua rentabilidade.
Os fluxos de informação tendem a ser cada vez mais rápidos e intensos, aumentando assim o contacto e o intercâmbio entre áreas geograficamente distantes.
Nesta sociedade global, são cada vez mais comuns o telecomércio (realização de negócios e transações comerciais à distância) e o teletrabalho (trabalhar a partir de casa).
Assiste-se, também, ao crescimento do número de serviços disponíveis através da internet, o que, além de aumentar a sua acessibilidade por parte dos cidadãos, dinamiza a utilização dos próprios serviços, reduzindo custos e aumentando a sua rentabilidade.
Revolução das telecomunicações e o seu impacto nas relações inter-territoriais
Com o desenvolvimento das telecomunicações a difusão de informação ganhou uma dinâmica completamente nova: a distância-tempo praticamente desapareceu e a distância-custo é cada vez menor. Surgiu um novo conceito de espaço: o ciberespaço (onde se desenvolve uma interação cada vez maior entre pessoas, empresas e organizações de todo o mundo).
Os constantes progressos das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e a sua rápida difusão provocaram um grande crescimento da sua utilização.
As telecomunicações têm, hoje, um papel fundamental na dinamização das atividades económicas e das relações inter-territoriais. Aumentam a produtividade de outras atividades e geram novos setores produtivos, desde a investigação à indústria de equipamentos e consumíveis e aos serviços que se lhes associam.
Os constantes progressos das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e a sua rápida difusão provocaram um grande crescimento da sua utilização.
As telecomunicações têm, hoje, um papel fundamental na dinamização das atividades económicas e das relações inter-territoriais. Aumentam a produtividade de outras atividades e geram novos setores produtivos, desde a investigação à indústria de equipamentos e consumíveis e aos serviços que se lhes associam.
A distribuição espacial das redes de telecomunicação
Em Portugal, tem havido progressos significativos tanto no que respeita à criação de infraestruturas e ao alargamento das redes de telecomunicação, como no que se refere à capacidade de acesso e de utilização dessas redes.
A repartição espacial das redes de telecomunicação apresenta alguns contrastes que se explicam pela maior concentração de população e de atividades económicas no litoral.
A rede de telecomunicações que liga o Continente às ilhas é constituída, essencialmente, por cabos submarinos de fibra ótica. Portugal também se encontra ligado através dos satélites.
Melhorar as redes de transporte- uma aposta no futuro
Para o desenvolvimento do país e para a sua integração plena
nas redes europeias é fundamental proceder à modernização das infraestruturas e
da logística do setor dos transportes. Daí, o investimento na melhoria das
acessibilidades.
Rede transeuropeia
de transportes
A Política Comum dos Transportes (PCT), apesar de institucionalizada no
Tratado de Roma, tardou a ser definida e aplicada. Só no Tratado de Maastricht
foram traçadas as suas bases políticas, institucionais e orçamentais. Todavia,
atualmente, muitos dos problemas que se pretendia resolver com a PCT continuam
por solucionar:
- Assimetrias
geográficas ao nível das infraestruturas e das empresas de transportes;
- Congestionamento de
vários eixos europeus;
- Disparidades no
crescimento dos diferentes modos de transporte, com um largo predomínio do
rodoviário;
- Crescimento da dependência
do setor dos transportes face ao petróleo;
Um dos grandes objetivos da PCT é a construção de uma rede
transeuropeia de transportes (RTE-T) que engloba as infraestruturas (estradas,
vias-férreas, portos, aeroportos, meios
de navegação, plataformas intermodais, condutas de transporte de
combustíveis) e os serviços de necessários ao seu funcionamento. Atualmente,
estão definidos 30 projetos considerados necessários para a concretização das
redes transeuropeias, cujo início está previsto até 2010.
Redes transeuropeias de distribuição e transporte de energia
A construção de redes transeuropeias de distribuição e
transporte de energia é fundamental para a criação de um mercado interno de
energia e deve integrar-se numa política energética que permita:
- aumentar a competitividade da União face ao exterior;
- fazer um melhor aproveitamento energético –aumentar a eficiência;
- garantir o abastecimento em todo o território Comunitário.
Os projetos prioritários na construção da rede transeuropeia
de eletricidade têm em conta não só o mercado interno, incluindo os doze novos
membros, mas também as ligações aos países candidatos e ao Norte de África.
A rede transeuropeia de gás natural inclui ainda ligações a
todo o Leste Europeu e a vários países da Ásia.
A preocupação de garantir ligações a uma diversidade grande de países exportadores de gás natural prende-se com a dependência externa face a esta fonte de energia e com a instabilidade política e social de alguns desses países.
A preocupação de garantir ligações a uma diversidade grande de países exportadores de gás natural prende-se com a dependência externa face a esta fonte de energia e com a instabilidade política e social de alguns desses países.
A distribuição espacial das redes de transporte
A qualidade e a organização
da rede rodoviária são
fundamentais para o desenvolvimento sustentável de um país ou região, sobretudo
tendo em conta que ela desempanha um importante papel de complementaridade
relativamente às restantes redes (portos, aeroportos e terminais ferroviários).
A extensão da rede ferroviária nacional era, em 2007,
cerca de 3600km e, no seu todo, encontra-se pouco modernizada.
Nos portos marítimos portugueses, a principal
função é a cpmercial. Consoante o volume de carga movimentada e a sua
capacidade, estes classificam –se como principais ou secundários. São
considerados portos principais os de Leixões, Aveiro, Lisboa, Setúbal e Sines.
Nas regiões autónomas, destacam-se os portos do Funchal e de Ponta Delgada.
Na rede nacional de aeroportos, destacam-se, em movimento de
passageiros, os de Lisboa, Porto e Faro e, nas regiões autónomas, os do Funchal
e de Ponta Delgada.
No que diz respeito às redes de distribuição de energia em Portugal, a distribuição de
gás natural entra no nosso país através de gasoduto do Magrebe e, desde 2003,
também pelo terminal de gás liquefeito do porto de Sines, sendo distribuído
pela rede nacional de gasodutos, constituída por um gasoduto principal de alta
pressão, de onde derivam ramais secundários de média pressão e, a partir deles,
as redes de distribuíção local de baixa pressão, no que diz respeito à entrada
de petróleo em Portugal por via marítima e, através de oleodutos, às refinarias
petrolíferas de Leça da Palmeira e de Sines. Esta última encontra-se ligada ao
Parque de Combustíveis de Aveiras de Cima, através de um oleoduto que foi
projetado para transportar até quatro milhões de toneladas.
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